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Estes jornalistas votam Chapa 2!
 
Rodrigo Vianna, TV Record

A Chapa 2 conseguiu reunir duas gerações de jornalistas: de um lado, companheiros experientes, com tradição na profissão e na militância sindical; de outro, uma turma mais nova " cheia de disposição pra trabalhar. Essa é a composição ideal de uma diretoria pra comandar nosso histórico sindicato. Conheço pessoalmente vários dos integrantes da Chapa 2.

Sei da vontade que eles têm para defender nossa categoria - sem sectarismo, mas com a firmeza necessária. Por isso, apesar do respeito que tenho por vários dos colegas da Chapa 1, meu voto dessa vez é na Chapa 2.
Ricardo Mendonça, Revista Época

 O Sindicato dos Jornalistas é visto por muitos colegas como uma entidade distante, atrasada e pouco combativa. O grupo que dirige o sindicato há mais de 15 anos não consegue mudar essa realidade. É hora de renovar. Além de fazer um diagnóstico mais preciso da situação, o pessoal da Chapa 2 tem muito mais energia para fazer as mudanças que precisam ser feitas.

Leonardo Sakamoto, coordenador da ONG Repórter Brasil e Blog do Sakamoto

Há muitos anos o sindicato dos jornalistas foi uma entidade combativa. Hoje, porém, essa realidade mudou. É preciso retomar a luta em defesa dos jornalistas, por melhores condições de trabalho e pela democratização da comunicação. Só uma chapa é capaz de fazer isso: a Chapa 2.

Plínio de Arruda Sampaio, presidente da ABRA e diretor do Correio da Cidadania

Apóio a Chapa 2 – Enfrentar a crise, Sindicato É Pra Lutar! com muito entusiasmo porque tenho a certeza que seus integrantes farão com que o Sindicato dos Jornalistas volte a ser um pólo impulsionador das lutas democráticas, contra a criminalização dos movimentos sociais e para que a comunicação seja assegurada verdadeiramente como um direito humano. Os jornalistas precisam de uma direção sindical como a Chapa 2 para terem seus direitos defendidos frente à crise que acomete a economia global.

Luiz Carlos Azenha, Viomundo

 A crise econômica mundial resultará em um maior número de pessoas disputando o mesmo prato. Se não houver mobilização não vai sobrar nada para os jornalistas. Essa é a lógica dos empresários: menos gente trabalhando mais e ganhando menos. É preciso mudar para mobilizar. Votarei na chapa 2.

Laurindo Lalo Leal Filho, jornalista e professor

 Como de hábito são os trabalhadores as primeiras vítimas das crises cíclicas do capitalismo, como a atual. É preciso resistir. Aos jornalistas cabe a dura tarefa de defender não apenas os seus empregos e salários, mas de toda a classe trabalhadora através da solidariedade sindical. Como já ocorreu em épocas memoráveis da vida do nosso Sindicato. Voto na Chapa 2, certo de que ela dará conta dessa missão.

George Washington Silva, presidente do Sindijor/SE

Nós, do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Sergipe, apoiamos com alegria e entusiasmo a Chapa 2 - Enfrentar a Crise, Sindicato é Pra Lutar!, nas eleições em São Paulo, porque ela agrega companheiros valorosos, preparados e historicamente engajados na luta contra todas as formas de ataques e opressão, dentro e fora das redações, à nossa já tão massacrada categoria dos jornalistas. Não temos dúvidas que, com Pedro Pomar presidindo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, juntamente com os demais companheiros da Chapa 2, a categoria terá um sindicato verdadeiramente combativo e comprometido com as suas lutas históricas. Renovar e fortalecer a luta dos trabalhadores jornalistas: avante Chapa 2!

André Singer

Estão na chapa 2 companheiros íntegros e dedicados a construir uma categoria de jornalistas digna, combativa e progressista. Acredito que a plataforma da chapa acerta, igualmente, ao dar prioridade a uma superação da crise econômica favorável aos trabalhadores.

Verena Glass, Repórter Brasil

 Para além da luta corporativa em defesa dos direitos e interesses da categoria, o sindicato dos jornalistas deve objetivar a discussão e uma atuação mais ampla que englobe uma prática ética do jornalismo e da comunicação, sua função social e os direitos de acesso da população. Todos estes elementos exigem comprometimento e experiência dos que estão à frente da entidade, uma marca da Chapa 2 "Enfrentar a Crise - Sindicato é Pra Lutar!" e de seus componentes. Acredito que este fator, bem como a necessidade de mudanças na estrutura do nosso sindicato, mais que justifica a urgência do voto nesta chapa.

Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas do DF

Renovar é preciso. Mais do que isso, é preciso renovar para avançar. Por isso estamos com a Chapa 2 nas eleições do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. A categoria só tem a ganhar com a vitória da chapa "Sindicato é Pra Lutar!", que já demonstrou organização, capacidade e disposição para enfrentar as lutas e os problemas que temos pela frente.

Pablo Uchoa, BBC

Creio que, no atual cenário do sindicalismo, da sociedade e do jornalismo no país, mudanças são bem-vindas, e devem ter como objetivo melhorar a diversidade e a qualidade do trabalho, assim como estimular e recompensar o profissional do jornalismo. Os debates sobre a formação do jornalista e sobre o exercício da profissão não devem se dar de forma descolada da bem-vinda multiplicação de comunicadores e dos avanços da tecnologia - e das possibilidades trazidas por esse avanço. A luta de um sindicato, para mim, deve ter sempre em conta esses processos mais amplos. Por afinidade de pensamento e confiança nos companheiros, contem com meu apoio.

Rita Freire, Ciranda

O movimento de oposição que hoje constitui a chapa 2 tem sido o verdadeiro espaço e referência de jornalistas de todo o estado de são paulo e mesmo fora dele no debate e mobilização em torno dos assuntos que exigem ação e posicionamento da categoria. Na prática, é onde o sindicalismo já acontece na sua forma mais  combativa e persistente, democrática e generosa. Faz tempo esse movimento deveria estar no comando do sindicato para representar a categoria também nos momentos de enfrentamento, negociação e resistência às pressões empresariais. Todo apoio à Chapa 2.

Phydia de Athayde, Carta Capital

Eu conheço muito bem a Bia Barbosa, sua seriedade e seu compromisso com causas que me tocam. E eu a admiro tanto, mas tanto, que votaria nela em qualquer cargo ou função em que ela se candidatasse. Por ela ser Chapa 2, eu também sou.

Alipio Freire, Brasil de Fato

 Apoiar a chapa 2 é para mim um dever político. Nos próximos dois anos, "marola" ou crise, lançará a classe trabalhadora e o povo brasileiro (bem como em todo o mundo) em situação das mais graves. Os patrões tentarão mais uma vez nos fazer pagar por sua farra, por sua orgia permanente de superlucros e intensificação da exploração do nosso trabalho. As demissões virão em massa - aliás, já começaram. É necessário, portanto, a capacidade de nos organizarmos internamente à nossa categoria, e de nos articularmos com todas as demais forças e organizações populares e de trabalhadores, na construção e defesa de um projeto mais geral para nosso país. Essa possibilidade, entendo, depende de uma diretoria com o perfil desta nossa chapa.

Um abraço para todos e uma boa disputa.

José Francisco Diorio, fotógrafo

 Apoio a chapa 2, pois nós precisamos do Sindicato atuante nas nossas causas básicas: Salário, jornada excessiva, condições de trabalho, etc. Abraço!

Sergio Gomes, OBORÉ – Projetos Especiais em Comunicações e Artes

 Chapa que tiver Mouzar, Maringoni e Tonho Biondi pode ter certeza do meu voto. E se, ainda por cima, contar com Bia Barbosa, Wellington Costa e Hamilton de Souza, aí voto e faço campanha. Mesmo que não concorde com todos os termos da carta-programa.

Flavio Aguiar, Carta Maior

Apoio a Chapa 2. Em nome da independência sindical.

Mino Carta, Carta Capital

Embora não concorde com todos os motivos apresentados para justificar o voto na Chapa 2, apoio a maioria deles. Com um adendo: gostaria muito de ver o sindicato empenhado na luta contra diretores de redação por direito divino, a qual começa ao negar a carteirinha a quem não é profissional, e sim patrão.

Dal Marcondes, Agência Envolverde

O jornalismo está em um momento de grandes desafios, com novas tecnologias, fluxo caudaloso de informações e impasses civilizatórios. Como categoria precisa compreender seu papel e sua relação com os meios. Um sindicato moderno, politicamente ético e bem posicionado diante do cenário político e econômico é condição para um jornalismo forte e comprometido com a sociedade. Nesta eleição, Chapa 2.

Maria Luisa Mendonça, membro do Conselho Editorial do jornal Brasil de Fato

Uma das principais funções do jornalismo é desvendar a informação que normalmente não aparece para a maioria da sociedade. É desconstruir o mito da objetividade e contribuir com a construção de um mundo mais justo e igualitário, através da visibilidade de pontos de vista de setores normalmente excluídos, marginalizados ou estereotipados nos meios de comunicação. Um sindicato combativo e independente teria um papel fundamental neste processo.

Flavio Dieguez, freelancer

Apóio a Chapa 2 por vários motivos: destaco primeiro o próprio trabalho de construir essa alternativa, que já fortaleceu o sindicato na prática; e segundo a proposta de enfrentar a crise fortalecendo o sindicato e defendendo as condições de trabalho da categoria; são condições importantes para enfrentar a crise da melhor maneira, na minha opinião, democraticamente.

Venício A. de Lima, Jornalista, DF

 Quero expressar publicamente meu apoio à chapa "Enfrentar a Crise - Sindicato é Pra Lutar!" liderada pelos companheir@s Pedro Pomar e Bia Barbosa. Se o meu Registro fosse de São Paulo, a chapa 2 teria o meu voto.

Eduardo Vieira, Agência Ideal

Em tempos de crise dos meios de comunicação, a Chapa 2 desponta como uma ótima opção de renovação para o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. A grande maioria dos jornalistas, infelizmente, enxerga o sindicato como algo ultrapassado e com pouca - "ou nenhuma " - efetividade. Todos se lembram do sindicato na hora de pagar as mensalidades e na hora de homologar uma demissão. Mas, no que diz respeito ao dia-a-dia das redações, o sindicato praticamente inexiste. É preciso mais, muito mais. Que venha a renovação e a inovação.

Marcel Gomes, ONG Repórter Brasil

O Sindicato dos Jornalistas necessita, a meu ver, discutir cada vez mais as noções abrangentes que dizem respeito à profissão, como ética, valores, campos de ação, relações de poder, espaço público e democracia. Tão importante quanto debater temas como diploma, reajuste salarial e o futuro do jornalista é tratar de questões como concentração de mídia, relações de trabalho e o futuro do nosso país. Nesse sentido, não poderia deixar de manifestar meu apoio, nestas eleições sindicais, à Chapa 2, cujas propostas estão mais alinhadas com o que eu acredito serem as prioridades do momento.

Haroldo Ceravolo Sereza, UOL
A Chapa 2 reíne gente combativa e cheia de ânimo, livre de compromissos que amarram o sindicato a um triste conformismo. O grupo representa o que de melhor há entre os jornalistas e no jornalismo.
Haroldo Ceravolo Sereza, UOL
Maurício Hashizume, agência Repórter Brasil

A indignação, o inconformismo e a convicção de que vale a pena lutar por um mundo melhor não podem se restringir ao trabalho de cada profissional ou cada redação, em suas trajetórias e funções particulares. Para que a união dos jornalistas volte a ser uma inspiração - não só para os comunicadores, mas para toda a sociedade -, é preciso renovar. A Chapa 2 "Enfrentar a Crise - Sindicato é Pra Lutar!" está mais do que pronta para assumir esse desafio à frente dos Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

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