Curtas

Nesta eleição, 1.168 jornalistas tiveram seus votos validados.
A Chapa 2 recebeu 515 votos, 44% dos votos válidos. A Chapa 1, da situação, recebeu 653 votos, 56%.
 

Candidatos

Cecília Figueiredo, secretária do interior
 Maria Cecília Figueiredo, formada pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM/FMU), atua desde 1992 principalmente na área de
assessoria de imprensa. Entre 1997 e 2005 trabalhou nos diretórios estadual e municipal do Partido dos Trabalhadores de São Paulo e atualmente na assessoria de imprensa da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Suzano, onde acompanha saúde e o Orçamento Participativo. Participa do movimento Sindicato É Pra Lutar! desde 2003.
 
Primeira Página
A necessidade de uma nova Lei de Imprensa
Por Administrator   
15 de Maio de 2009

O Supremo Tribunal Federal revogou a Lei de Imprensa, criada durante a ditadura militar e que confrontava diversos princípios constitucionais e tratados internacionais relacionados à liberdade de expressão. Neste sentido, o fim de parte do entulho autoritário é muito bem-vindo. No entanto, não foi à toa que a decisão do STF foi tão comemorada por parte significativa dos grandes meios de comunicação. A ausência completa de uma regulamentação para o funcionamento da imprensa é perigosa num cenário em que a mídia detém tamanho poder diante da população em geral. Criou-se a idéia, a partir do discurso propagado pelos próprios meios, que qualquer tentativa de regular a atuação dos jornalistas significa violar a liberdade de imprensa.

No entanto, como qualquer poder, a atuação da imprensa também precisa ser regulamentada, sobretudo para garantir mecanismos que dêem aos cidadãos e cidadãs o direito de se defenderem de abusos dos meios de comunicação. Com a suspensão dos 77 artigos da lei, questões como o direito de resposta e a responsabilização pela divulgação de informações falsas, por exemplo, ficam em aberto, a depender de decisões judiciais aleatórias.

Defendemos, portanto, a construção de uma nova regulamentação para o setor, com a retomada de debates no Congresso Nacional a partir de projetos de lei há tempos parados na Câmara dos Deputados. Trata-se de uma reivindicação legítima e necessária das organizações que representam a nossa categoria e da sociedade civil que defende a democratização da mídia.

 
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