Curtas

Candidatos

Bia Barbosa, presidenta
 Jornalista formada pela Escola de Comunicações e Artes da USP, especialista em direitos humanos e mestranda em políticas públicas pela Fundação Getúlio Vargas. Trabalhou na Editora Abril e foi editora da Agência Carta Maior, tendo se especializado na cobertura dos processos do Fórum Social Mundial em diferentes países. Foi uma das premiadas do Prêmio Vladimir Herzog (2005) com um dossiê sobre o trabalho escravo contemporâneo. Colaborou durante anos com a Revista Caros Amigos, fez trabalhos para a revista IstoÉ, o jornal O Estado de S.Paulo, Agência Reuters, Rede Brasil Atual e revista Fórum. Em Paris, colaborou com a Unesco e a Rádio França Internacional. Em Doha, com a rede AlJazeera. Cobriu a guerra civil em Angola em 1999, o pré-guerra no Iraque em 2003 e a reunificação de Ruanda pós-genocídio em 2007. É uma das fundadoras do Intervozes, coletivo que defende o direito à comunicação e a democratização da mídia, tendo integrado em São Paulo a comissão organizadora da I Conferência de Comunicação. Atualmente, é assessora do mandato do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP).







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Maria Inês Nassif
Por Bia Barbosa   
12 de Março de 2012
 Maria Inês NassifA democracia pressupõe renovação. A burocratização da máquina sindical desmotiva as bases e despolitiza a ação do sindicato. Uma nova brisa vai arejar uma categoria que está isolada dentro das redações.
 
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Lino Bocchini, redator-chefe da Revista Trip e criador da Falha de S.Paulo
Lino Bocchini, redator-chefe da Revista Trip e criador da Falha de S.PauloConheço bem Bia Barbosa e gosto tanto do seu trabalho que defendo ela pra síndica ou ministra das Comunicações. Por enquanto, dá pra elegê-la a primeira presidenta do Sindicato dos Jornalistas. Na chapa Sindicato é Pra Lutar! Chapa 2, tem ainda os grandes amigos Fausto Salvadori Filho e Maíra Kubik Mano.

 

Nosso Programa

Auditoria nas contas da entidade

O fracassado Plano de Saúde Sindical (PSS), iniciativa eleitoreira do grupo que dirige o Sindicato há 18 anos, provocou uma dívida superior a R$ 5 milhões, entre 2000 e 2003. Como sempre afirmamos que aconteceria, o naufrágio do PSS deixou a
entidade exposta a ações judiciais e multas. A dívida foi negociada, restando o pesado fardo de parcelas anuais superiores a R$ 300 mil para os próximos dez anos. Não bastasse a desordem fi nanceira do PSS, um parecer do Conselho Fiscal acaba de apontar graves irregularidades nas contas da Diretoria. Tais fatos justificam a realização de uma ampla auditoria na contabilidade do Sindicato.

 
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